GKA SOCIAL 2021 VIRTUAL | 2-4 JUNHO 2021

IX Congresso Internacional de Ciencias Sociais em colaboração com Sinnergiak Social Innovation (UPV-EHU)

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Livro de Anais
Plataforma virtual

Tema destacado

Governança aberta e colaborativa

À medida que o novo século entra, as sociedades começam a sentir a pressão da mudança de maneira imediata e diária. Mudanças sociais, econômicas e tecnológicas que expõem a incapacidade dos governos de resolver por si mesmos os problemas das sociedades contemporâneas e que exigem formas mais interativas e plurais de ação do governo.

É nessa estrutura que o conceito de Governança explode fortemente, como uma forma alternativa para um novo estilo de governo. A governança constitui um novo processo de gestão da sociedade (Koiman, 1993, Governança moderna: novas interações governo-sociedade), em que as relações entre governo, setor privado e cidadania são horizontais.

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento define Governança como “o conjunto de mecanismos, processos, relacionamentos e instituições através dos quais cidadãos e grupos articulam seus interesses, exercem seus direitos e obrigações e reconciliam suas diferenças” (Reconceitualizando Governança, 1997, p. 9)

Essa nova forma de “governo” gera formas de interdependência de atores políticos e sociais e formas de cooperação para alcançar maior eficácia na resposta aos desafios sociais, econômicos e políticos, afastando-se da rigidez característica do modelo hierárquico tradicional.

Em essência, o multilateralismo se posiciona como uma característica ligada à governança moderna, onde a gestão cooperativa, em rede e a interação dos setores público, privado e sociedade são essenciais para a gestão de assuntos públicos, de interesse coletivo.

Portanto, falar sobre governança de assuntos públicos significa que processos eficientes, efetivos e responsáveis ​​devem ser incorporados à ação governamental, bem como processos relacionados à inclusão, democratização, participação, acessibilidade ou transparência.

O conceito contemporâneo de governança abrange sua conceituação através de duas premissas:

  • A governança como elemento substantivo é essencialmente aberta e colaborativa.
  • A governança pode ser acompanhada por uma série de adjetivos que fornecem conteúdo. É assim que falamos sobre governança da inovação, governança global, governança digital, entre muitos outros.

O Congresso “GKA SOCIAL 2021 – IX Congresso Internacional de Ciências Sociais ”se configura como um espaço de encontro e debate entre especialistas sobre o assunto, pesquisadores e pesquisadoras e sociedade civil sobre aspectos teóricos e práticos, desafios e desafios relacionados à governança aberta e colaborativa a partir de sua abordagem mais normativa, mas também para abordá-la através da análise e discussão dos processos envolvidos em sua adjetivação.

O conceito de governança começou a estar presente no cenário internacional a partir da década de 1970, como um conceito vinculado à implementação de formas estratégicas de governo. Sua implementação prática na Europa ocorreu em 2001, quando o chamado Livro Branco sobre Governança Europeia foi aprovado pela Comissão Europeia. Desde então, o tema da governança tem estado muito presente nos campos político e acadêmico da União Europeia, onde seu conceito e definição têm sido vinculados às dimensões de transparência, participação, responsabilidade e eficácia, inovação, equidade , ética ou sustentabilidade.

A governança, em sua alusão a novas formas de governar ou exercer, experimenta e se desdobra além dos mecanismos tradicionais para o exercício da gestão pública. É através desses novos espaços e mecanismos de participação que a inovação encontra uma importância renovada como uma ferramenta eficaz na busca de soluções para os problemas públicos.

Nesse contexto, o painel Governança e inovação visa reunir os principais cientistas, pesquisadores e especialistas acadêmicos para trocar e compartilhar suas experiências e resultados de pesquisa sobre todos os aspectos da governança e inovação. O painel também está aberto a todos os profissionais da área de governança e inovação que desejam apresentar as últimas inovações, tendências e preocupações, bem como os problemas práticos encontrados e as soluções adotadas nas áreas de governança e inovação.

Sub-tópicos do painel 1:

  • Governança: objetivo ou estratégia?
  • Governança em rede, meta-governança, governança colaborativa, governança em vários níveis.
  • Informar princípios de governança aberta e colaborativa: ética, transparência, responsabilidade etc.
  • Administração e governança relacional.
  • Chaves para avançar na direção de um modelo inovador e avançado de Governança Inteligente.
  • Ecossistema de inovação, não setor público.
  • Inovação social, inovação tecnológica e inovação organizacional fora do domínio da governança.
  • Laboratórios de experimentação de políticas públicas.
Nas últimas décadas, testemunhamos uma verdadeira revolução na maneira tradicional de entender a administração pública. Governos e administrações públicas, em todos vocês, promovem ações destinadas a transformar suas estruturas, processos e / ou formas de agir e agir, uma tentativa de criar uma administração pública com, para e pelos cidadãos, que contribua para reforçar a legitimidade de público, recuperando sua essência democrática. Esse processo de democratização da administração pública precisa ser tratado de maneira multidisciplinar e transdisciplinar.

A governança pública está relacionada ao ecossistema mais amplo de governança de uma sociedade. É o exame do papel das instituições, cidadãos, sociedade civil, normas e processos que influenciam a definição de prioridades e a prestação de serviços na sociedade.

Este painel convida especialistas da academia e profissionais que desejam disseminar os resultados ou o impacto derivado de estudos de caso, projetos de pesquisa ou projetos de experimentação de governança pública bem-sucedida.

O painel busca contribuições inovadoras na forma de novas abordagens, estudos de caso ou documentos teóricos e visionários que estão além dos limites tradicionais da administração pública e mostram o potencial de uma nova governança pública.

Subtópicos do painel 2:

  • Liderança do setor público para a transformação do território.
  • Governança intra-organizacional em busca da eficiência e efetividade da Administração Pública.
  • Vincular pesquisa e prática em governança e formulação de políticas.
  • Estratégias e meios para gerar confiança e legitimidade institucional.
  • Canais de escuta ativos para a sociedade.
  • Melhoria da experiência do usuário: as 4 co-gerências públicas: co-design, co-planejamento, co-execução e co-avaliação de políticas públicas.
  • Estratégias e mecanismos para avaliar a governança pública.
  • Qualidade democrática em espaços para deliberação.
A governança é uma nova forma de relacionamento entre os diferentes atores (governo, setor privado, associações civis, setor acadêmico e cidadãos) no processo de formulação de políticas públicas para alcançar objetivos públicos. Na sociedade contemporânea, Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI) ganham força como motores de criatividade, desenvolvimento social, ambiental e econômico. A implementação do termo governança no campo da ciência e da tecnologia foi influenciada pelas políticas adotadas na União Europeia.

As situações de oportunidade e ameaça que o CTI representa motivam a reflexão sobre o valor da ciência para a sociedade e sua relação com as políticas públicas. Nesse contexto, este painel propõe explorar diferentes temas que esclarecem os desafios e os desafios da governança nos sistemas de Ciência, Tecnologia e Inovação como mecanismos que geram riqueza, desenvolvimento, coesão e equidade econômica e social.

Subtópicos do painel 3:

  • A contribuição e o valor da CTI e sua governança para o desenvolvimento inclusivo.
  • Sistemas de governança e arquitetura de governança de CTI.
  • Participação cidadã na governança do CTI.
  • Cooperação público-privada na governança do CTI.
  • Ciência aberta.
  • Democratização da ciência.
  • Ciência, tecnologia, inovação e ética.
  • Avaliação de Ciência, Tecnologia e Inovação.
  • Modelos de governança regional do CTI.
  • Ciência, Tecnologia e Inovação e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
  • Valor social do CDTI.
  • Desafios de governança do CTI.
Os grandes desafios globais relacionados à segurança internacional, a ameaça das mudanças climáticas, o fenômeno das migrações ou as incertezas da economia mundial não encontram uma resposta adequada das instituições do sistema de governança global que está muito longe da realidade. Realidade do mundo do século XXI e a nova distribuição de poder. Há um sentimento generalizado nas sociedades de que o sistema internacional de governança entrou em uma crise estrutural em sua raison d’être.

O processo de enfraquecimento do sistema de governança internacional se refletiu em três momentos: a queda do Muro de Berlim, os ataques de 11 de setembro de 2001 e a recente crise econômico-financeira global de 2007. Nesse contexto, o sistema de A governança global se torna visível como uma superestrutura, incapaz de oferecer soluções para os problemas atuais, preocupada com o poder das elites e sem canais de comunicação para ouvir as demandas da sociedade. A necessidade de construir uma nova governança global responsável que permita adaptar a organização política da sociedade à globalização se torna cada vez mais urgente.

Nesse quadro, é necessário refletir sobre o futuro da governança internacional. Portanto, este painel propõe apresentar uma reflexão conceitual e prática, sob diferentes perspectivas, sobre os processos de transformação do sistema de governança internacional necessários para responder à complexidade e incerteza que caracterizam os grandes desafios das sociedades de hoje.

Subtópicos do painel 4:

  • Rumo a um sistema de governança global. Princípios, estruturas legais e objetivos.
  • Visões regionais de governança global.
  • Propostas para uma nova governança global. Reforma de instituições internacionais.
  • Áreas temáticas da governança global: meio ambiente, mudanças climáticas, gestão dos oceanos, governança da economia, governança política e institucional, etc.
  • Governança da paz, segurança e resolução de conflitos.
  • Governança na União Europeia.
  • Objetivos de governança e desenvolvimento sustentável (ODS).
  • Democracia, exercício da cidadania e governança.
  • Relações entre escalas locais e globais de governança.
  • Papel das entidades subnacionais (locais e cidades) na governança local.
A adaptação à revolução digital tornou-se rapidamente um dos principais desafios das instituições e sociedades. Na era do big data e do poder político disperso, é necessário re-conceituar as formas de governo da sociedade, aproveitando as oportunidades das novas tecnologias.

Os governos estão aproveitando essas oportunidades que o uso de novas tecnologias, “big data” e redes sociais oferecem para mudar sua maneira de governar e fortalecer seu relacionamento com os cidadãos.

Nesse sentido, a governança digital é mais do que apenas mudança tecnológica; o sucesso da adaptação do governo ao século XXI dependerá da compreensão da natureza disrutiva da transformação digital e da incorporação de maneira significativa nas políticas e processos públicos.

O painel tem como objetivo explorar como as sinergias entre tecnologia, política e coesão social podem ser um fator positivo para a sustentabilidade e o desenvolvimento das sociedades.

O painel busca a participação de especialistas e profissionais no campo da governança digital para refletir em conjunto sobre o futuro do governo digital e as novas perspectivas e desafios para uma governança digital centrada na pessoa.

Subtópicos do painel 5:

  • Grandes tendências em governança digital para os próximos anos.
  • Digitalização. Ameaça ou oportunidade para governança?
  • Desafios e desafios da revolução digital e tecnológica na governança digital.
  • Inteligência artificial em governança digital: desafios e oportunidades.
  • Segurança, privacidade e ética na governança digital, inclusão e acesso digital. Tecnologia para capacitar os cidadãos.
  • O futuro da digitalização dos serviços públicos.
  • Transformação digital de serviços públicos e administração.
  • Métodos de avaliação da governança digital.
A participação do cidadão é um processo de aprendizado e desenvolvimento pessoal e coletivo. Busca transformar relacionamentos, respostas, ações, dando espaço e voz a todas as pessoas, para que elas exerçam sua responsabilidade e capacidade de influenciar na geração de valor público.

A participação do cidadão é uma parte fundamental do sistema democrático que promove a construção de uma sociedade ativa que ajudará a promover qualquer aspecto da vida social, econômica, cultural ou política. Essa sociedade, através de seu envolvimento nos assuntos públicos, enriquece a ação do governo e a torna eficaz.

A participação serve para tomar melhores decisões, criar comunidades mais comprometidas e coesas e alcançar uma democracia de maior qualidade, vinculada à capacidade do cidadão de fazer política. Para isso, é necessária uma mudança cultural, interna, transversal nos procedimentos de trabalho de todas as áreas e externa, movendo-se para uma cultura mais participativa.

O painel concentra-se na análise da participação cidadã e na melhoria da democracia e convida especialistas das áreas acadêmica e profissional a apresentar suas reflexões sobre os desafios, desafios, luzes e sombras da participação cidadã.

Subtópicos do painel 6:

  • A importância da participação do cidadão na tomada de decisões políticas.
  • Presente e futuro da participação cidadã.
  • Nova cultura de participação.
  • O papel da educação na promoção da cidadania ativa.
  • processos de participação cidadã.
  • Orçamentos participativos.
  • Desafios e desafios da participação cidadã.
  • Redes sociais e Internet: oportunidades e ameaças à participação do cidadão.
  • Participação e inclusão.
  • Abordagens teóricas e práticas da democracia participativa.
  • Estudos comparativos de modelos de participação cidadã.
  • Participação cidadã no nível local.
  • Experiências de participação de crianças e jovens para promover a cultura democrática.
  • Mecanismos para avaliar a participação do cidadão.
Other conference themes:

  • Estudos culturais.
  • História, geografia, seres humanos e meio ambiente.
  • Desenvolvimento e transformação de estruturas sociais.
  • ideais e práticas civis.
  • Poder, autoridade e governança.
  • Conexões e trocas globais.
  • Criação, expansão e interação de sistemas econômicos.
  • Ciência, tecnologia e inovação.

Cordenação Científica

Sinnergiak Social Innovation (UPV-EHU)

Centro de Inovação Social promovido pela Universidade do País Basco / Euskal Herriko Unibertsitatea (UPV / EHU) no âmbito da estratégia EUSKAMPUS – Campus de Excelência Internacional. Fundado em 2012, o Centro de Inovação Social Sinnergiak (UPV / EHU) é concebido como uma organização do conhecimento estruturada em torno de uma equipe interdisciplinar liderada por pesquisadores universitários e também composta por outros profissionais especializados em práticas formativas e atividades de intervenção e transferência. A atividade do Sinnergiak visa promover o desenvolvimento de competências nas pessoas e capacidades de inovação nas organizações e comunidades, condições básicas para a obtenção de resultados com impacto socialmente visível e útil.

Diretores Científicos

Alfonso Unceta – Universidad del País Vasco (Espanha)

Professor de Sociologia da UPV-EHU e Diretor da Sinnergiak Social Innovation (UPV-EHU). Dirigiu também o Mestrado em Inovação Social e Indústrias Culturais e Criativas na UPV-EHU. Possui uma longa carreira de pesquisador, pela qual foi reconhecido com os prêmios Jesús María Leizaola e Euskoiker Research Awards. Como resultado de sua pesquisa sobre Indústrias Culturais e Criativas, ele dirigiu o Projeto Transcriativo do Programa Sudoe Interreg e, em nível regional, os projetos Gipuzkoa Creativa, Indústrias Culturais e Criativas em Euskadi ou o Mapeamento de Ativos do ICC em Euskadi, que têm levou a várias publicações. Desde 2011 dirige o Sinnergiak Social Innovation, um centro de pesquisa integrado na Euskampus. Foi Diretor de Universidades do Governo Basco e Vice-Ministro da Educação.

Prof. Rafael Cabrera Collazo, PhD – Universidad Interamericana de Puerto Rico (Porto Rico)

Rafael L. Cabrera Collazo conta com um doutorado em História da Universidade de Porto Rico. Se desempenha como Vice-reitor Associado de Assuntos Acadêmicos na Universidade Interamericana de Porto Rico e mantém a classificação de Professor Titular de História nesta mesma instituição. Profesor convidado nas universidades de Cuba, México, Itália, Portugal, Espanha e Colômbia, nas quais ofereceu seminários sobre semiótica e cultura visual, sendo suas áreas de especialidade e pesquisa. Neste momento, participa em várias redes acadêmicas de pesquisa relacionadas com os estudos sobre representações de meios de comunicação de massas. Membro de comitês científicos editoriais de universidades na Espanha, Colômbia, Argentina e República Dominicana. Integra associações profissionais nacionais e internacionais de historiadores e estudiosos das ciências sociais e a cultura visual, sendo duas delas a Associação Portoriquenha de Historiadores, da qual foi sócio fundador e Presidente entre 2001 e 2004, e a Sociedade Internacional de Cultura Visual, com sede em Madrid, trabalhando neste momento como o Diretor Científico de seu comitê executivo.

Comitê Científico do Congresso

Palestrantes destacados

Patricia Pol

Simón Peña Universidad del País Vasco (Espanha)

La participación mediatizada y los límites de las experiencias ciudadanas en los medios de comunicación

Simón Peña Fernández é professor do Departamento de Jornalismo da Universidade do País Basco (UPV / EHU), onde é Reitor da Faculdade de Ciências Sociais e Comunicação desde 2013.

Seu trabalho de pesquisa centra-se na análise de novas narrativas e atores na cibermídia, a participação cidadã na Internet e a inovação social.

Ele é atualmente pesquisador principal, junto com a Dra. Ainara Larrondo, do grupo de pesquisa consolidado do Governo Basco Gureiker (IT-1112).

Patricia Pol

Xabier Barandiaran Irastorza Universidad de Deusto (Espanha)

Gobernanza: nuevas formas de experimentalismo democrático

Xabier Barandiaran Irastorza (Ataun, 1969) é Doutor em Sociologia (2001) pela Universidade de Deusto e Bacharel em Ciência Política e Sociologia (1994) pela Universidade de Deusto. Professor da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade de Deusto onde lecciona as disciplinas da Licenciatura em Serviço Social e Educação Social e da Licenciatura em Comunicação. Possui inúmeras publicações (livros, capítulos de livros e artigos em revistas internacionais). Nos últimos anos, ele tem trabalhado e pesquisado questões de cultura política, valores, capital social e governança colaborativa. Ele pertence à equipe de pesquisa em Comunicação e ministra workshops e conferências em várias universidades, centros de pesquisa e instituições públicas.

  • 1ª Chamada de trabalhos: até 17 de março de 2021

  • Chamada de trabalhos FINAL: prorrogado até 24 de maio

  • Inscrição com super desconto: até 24 de março de 2021

  • Inscrição antecipada: até 24 maio de 2021

  • Inscrição final: até 30 de maio de 2021

  • Envio de artigos para publicação: até 4 de julho de 2021

  • Entrega do certificado: 4 de julho de 2021

  • Publicação do Livro de Atas: 4 de agosto de 2021

Siga estes passos

Escolha entre Webinar (apresentação ao vivo) e vídeo (apresentação pré-gravada). Você pode verificar as características de cada uma na próxima seção.

Título da apresentação, resumo curto (máx. 300 palavras), resumo longo (para o Livro de Actas), palavras-chave, idioma da apresentação, dados do autor principal e dados dos coautores. O comitê científico analisará sua proposta em 2 a 3 semanas e lhe enviará uma notificação por e-mail.

Uma vez aceita sua proposta, você deverá realizar sua inscrição no congresso de acordo com o tipo de apresentação escolhido.

Consulte la programación del congreso para conocer el día, horario y sala virtual donde su ponencia ha sido programada. Si presenta un webinar, consulte nuestra guía rápida para conocer los controles de la plataforma ZOOM y los requerimentos técnicos que su ordenador y conexión a internet deben cumplir. También podrá participar en una sesión de prueba algunos días antes del congreso, para probar su audio, video y presentaciónd e slides.

Verifique a programação do congresso para saber o dia, horário e sala virtual onde sua apresentação foi agendada. Se você for apresentar um webinar, consulte nossa guia rápida para aprender sobre os controles da plataforma ZOOM e os requisitos técnicos que seu computador e conexão à Internet devem atender. Você também pode participar de uma sessão de teste alguns dias antes do congresso, para testar seu áudio, vídeo e apresentação de slides.

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Os palestrantes poderão enviar um artigo para publicação (com desconto) em um livro ou revista indexada da GKA, conforme avaliação do comitê científico. Baixe um modelo e veja as orientações neste link.